Liderança histórica dos camponeses é assassinado no sul do Pará
Nesta segunda feira foi encontrado o corpo do camponês Luiz Lopes Barros, coordenador da Liga de Camponeses Pobres do Pará-Tocantins (LCP-PA/TO) e uma das mais conhecidas lideranças do movimento camponês do estado. Ele foi um dos principais mobilizadores dos camponeses em luta pela terra no Pará e esteve à frente da tomada da Fazenda Forkilha, em 2007, organizada pela LCP.
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O muro é mais um passo em direção da criminalização da pobreza no Rio de Janeiro
O Cebraspo presta sua solidariedade e apoio aos moradores das favelas do Rio de Janeiro que diariamente são atingidos pela política de repressão e extermínio promovidas contra o povo pobre por este Estado que trabalha em defesa dos interesses das classes dominantes. De fato, remoção de favelas, construção dos muros e o Choque de Ordem, são parte de uma mesma política que já produziu 1135 mortos em 2007, e mais de 900 no ano passado, em ações da polícia militar. Vamos dizer não ao muro, ao “Choque de Ordem”, ao extermínio e a criminalização da pobreza!
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CEBRASPO realiza seminário contra a criminalização do movimento camponês e do movimento popular no Nordeste
O CEBRASPO realizou nos dias 06 e 07 de maio, em Maceió e Recife, dois importantes eventos que marcaram o início de suas atividades nestes dois estados. Nestes dois dias se discutiu fundamentalmente o processo de criminalização do movimento camponês, em marcha na região. Com a presença massiva de camponeses, as ativididades expressaram a defesa intransigente do direito do povo a lutar pela terra e o repúdio a criminalização dos movimentos populares.
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Prof. Jose Maria Sison celebra vitória em julgamento e lança dois livros em Amsterdã
É com alegria que o Cebraspo divulga a notícia da vitória do Prof. Jose Maria Sison nas cortes judiciais holandesas e do lançamento de seus dois novos livros no Mirror Centre, em Amsterdã no dia 9 de maio de 2009. Sison foi preso em 28 de agosto de 2007 sob falsas acusações de ser o mandante do assassinato de dois agentes do exército filipino. No dia 30 de março de 2009, o serviço judiciário público holandês abandonou as acusações contra Sison. Agora a luta é para que seu nome seja retirado da lista européia de terroristas.
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